Não votei no Lula em seu primeiro mandato, assim como não votei na Dilma Rousseff. Em ambos os casos me vi com enorme desconfiança sobre tais candidatos. Uma grata surpresa tive com o Lula, e com enorme confiança votei nele para seu segundo mandato. Quanto a Dilma, com apenas alguns meses, já joguei para escanteio a desconfiança que eu tinha sobre ela e creio que muitos brasileiros também vão fazer isso no decorrer dos quatro anos de sua gestão, e quem sabe a levem a prosseguir depois.Confiança é algo que não se impõe, se conquista, e assim como o Lula, sua discípula tem tudo para conseguir a proeza que o ex-metalúrgico bronco conseguiu não só entre seus conterrâneos, mas sim no mundo, e principalmente entre as grandes potencias mundiais. Quem imaginaria que aquele Lula carrancudo se tornaria o tão simpático presidente que embora tenha tido deficiências em sua gestão, elevou o Brasil a destaque internacional. Só não admite quer não quer dar o braço a torcer.
Dilma Rousseff parece estar no mesmo caminho em direção à conquista da confiança dos desconfiados, e a quem se credita tudo isso? Ao meu ver, além do patriotismo, da integridade, da capacidade e civismo dos dois, creio que se deve bastante aos envolvidos na mudança e melhoria de imagem que ambos passaram, pois assim como Lula, Dilma deixou para trás uma imagem dura de ex-ministra da Casa Civil e se torna uma simpática presidente com portas abertas nas grandes nações mundiais, tudo iniciado por Luis Inácio Lula da Silva, um ex-metalúrgico bronco.
Uma vez li uma frase que dizia: "Mais vale uma grata surpresa do que uma enorme decepção". E que gratas surpresas nós tivemos!


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